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Julianna Barwick & Mary Lattimore

Data e Hora

Saturday, April 11, 2026

19:00:00

Local

EartH Theatre

EartH Theatre, London

London

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Aqui está o conteúdo da página do evento para Julianna Barwick & Mary Lattimore no EartH Theatre, Londres, no sábado, 11 de abril de 2026:


Julianna Barwick & Mary Lattimore Ao Vivo no EartH Theatre, Londres

Prepare-se para uma noite de paisagens sonoras transcendentais, pois a inimitável Julianna Barwick une forças com a mestra da harpa Mary Lattimore para uma performance rara e cativante no EartH Theatre, Londres, no sábado, 11 de abril de 2026. Esta é uma oportunidade de mergulhar no trabalho de duas artistas singulares que conquistaram um espaço único nos mundos ambient e clássico contemporâneo, oferecendo uma jornada sonora que promete ser profundamente íntima e profusamente expansiva. Sua colaboração, uma dança delicada de vocais etéreos e melodias evocativas de harpa, tem sido um destaque para críticos e público, e esta data em Londres promete ser uma experiência verdadeiramente inesquecível. Testemunhar sua sinergia no cenário marcante do EartH Theatre será um momento de pura arte sonora, um testemunho do poder da beleza minimalista e da ressonância emocional.

Sobre Julianna Barwick & Mary Lattimore

Julianna Barwick é uma artista cujo nome se tornou sinônimo de loops vocais de tirar o fôlego e arquitetura sonora imersiva. Originária da Louisiana e agora baseada em Nova York, Barwick passou mais de uma década tecendo intrincadas tapeçarias sonoras principalmente de sua própria voz. Sua abordagem distintiva envolve a sobreposição, manipulação e processamento de seus vocais para criar um efeito rico, semelhante a um coral, muitas vezes evocando ambientes naturais, experiências espirituais e profunda introspecção. Seu álbum de estreia, The Magic Place (2011), conquistou aclamação generalizada por seu uso inovador de vocais em loop, estabelecendo-a como uma força pioneira na cena da música ambiente. Lançamentos subsequentes como Nepenthe (2013) e Will (2016) solidificaram ainda mais sua reputação, mostrando sua capacidade de construir paisagens sonoras complexas e emocionalmente ressonantes que parecem antigas e totalmente contemporâneas. Hits como "The Christians", com suas camadas vocais elevadas, e a profundamente comovente "Nebula" de Nepenthe, exemplificam seu estilo característico – música que banha o ouvinte, criando uma sensação de vastidão e paz profunda. As performances de Barwick são conhecidas por sua qualidade meditativa, transformando espaços em santuários sonoros.

Mary Lattimore é uma harpista cujo trabalho redefiniu as possibilidades contemporâneas do instrumento. Baseada na Filadélfia, Lattimore aborda a harpa não como uma relíquia do passado, mas como uma ferramenta vibrante e moderna para contar histórias e expressão emocional. Suas composições são caracterizadas por suas texturas intrincadas, linhas melódicas fluidas e uma capacidade ímpar de evocar imagens vívidas e uma ampla gama de sentimentos. Seu trabalho solo, incluindo álbuns como The Greatest Illusions (2018) e Silver Ladders (2021), lhe rendeu elogios da crítica por sua beleza sofisticada, porém acessível. O toque distintivo de Lattimore na harpa permite uma notável gama de exploração sonora, desde arpejos delicados e cintilantes até passagens mais urgentes e rítmicas. Peças notáveis como "The Marsh" de Silver Ladders, com suas corridas de harpa em cascata, e a introspectiva "Call Me a Fool", mostram seu domínio e profundidade emocional. Além de seus empreendimentos solo, Lattimore colaborou com uma diversidade de artistas, incluindo Sharon Van Etten e The Microphones, cimentando ainda mais seu status como uma musicista versátil e visionária. Suas performances ao vivo são um testemunho do potencial expressivo da harpa, frequentemente descritas como hipnóticas e profundamente comoventes.

Juntas, Julianna Barwick e Mary Lattimore criam uma sinergia que é maior do que a soma de suas partes. Sua sensibilidade compartilhada na criação de ambientes sonoros imersivos, combinada com suas abordagens instrumentais distintas, porém complementares, resulta em música que é intelectualmente estimulante e emocionalmente transportadora.

Informações sobre o Local

O EartH Theatre, localizado no vibrante coração do East London, é um cinema Art Déco lindamente convertido que oferece um cenário excepcional para música ao vivo. Com capacidade para mais de 2.300 pessoas, suas características arquitetônicas únicas, incluindo um impressionante arco de proscênio e assentos luxuosos, criam uma atmosfera de grandiosidade e intimidade. A acústica do auditório é renomada por sua clareza e calor, garantindo que cada nuance das delicadas criações sonoras de Barwick e Lattimore seja ouvida em detalhes imaculados. O EartH Theatre oferece um ambiente verdadeiramente imersivo, permitindo que o público se conecte com a performance em um nível profundo.

Para detalhes completos do local, incluindo informações de acessibilidade, direções e comodidades próximas, consulte nosso guia do local.

O Que Esperar

Prepare-se para uma noite que transcende o comum, uma experiência projetada para envolvê-lo em uma tapeçaria sonora. Julianna Barwick e Mary Lattimore o guiarão por uma jornada de exploração sonora, onde as fronteiras entre voz e harpa, melodia e atmosfera, se misturam em um todo singular e cativante.

A lista de músicas provavelmente incluirá material de suas aclamadas discografias individuais, com ênfase particular em seu trabalho colaborativo. Espere ouvir peças que mostram a interação de tirar o fôlego entre os arranjos vocais em loop etéreos de Barwick e as intrincadas e evocativas melodias de harpa de Lattimore. Suas improvisações conjuntas são frequentemente um destaque, demonstrando uma conexão intuitiva que lhes permite construir e desmantelar estruturas sonoras em tempo real. Você pode antecipar ouvir faixas amadas de The Magic Place e Nepenthe de Barwick, como a cintilante "Call", ou de Silver Ladders de Lattimore, como a expansiva "Pineapple". Seu espírito colaborativo significa que peças familiares podem ser reimaginadas através de sua arte combinada, oferecendo novas perspectivas sobre obras amadas.

O estilo de performance é de intensidade silenciosa e beleza profunda. Ambas as artistas comandam o palco com uma presença serena, permitindo que a música fale por si. Barwick frequentemente fica em pé, sua voz florescendo em harmonias sobrepostas que preenchem o espaço, enquanto Lattimore se senta, suas mãos dançando sobre as cordas da harpa, extraindo uma cascata de texturas e tons. O aspecto visual de sua performance é discreto, focando a atenção na paisagem sonora que cultivam. A ênfase está na imersão, na criação de um espaço onde o público possa flutuar, refletir e se conectar com a música em um nível profundamente pessoal. Não haverá exibicionismo bombástico, mas sim um momento compartilhado de arte focada e contemplativa.

A duração prevista da performance, incluindo qualquer possível bis, é de aproximadamente 90 minutos a 2 horas. Isso permite tempo suficiente para que elas explorem seu extenso repertório e para que o público absorva completamente o mundo sonoro único que criam.

Perguntas Frequentes

P1: Julianna Barwick e Mary Lattimore apresentarão seu próprio material solo, ou exclusivamente seu trabalho colaborativo? Julianna Barwick e Mary Lattimore são renomadas por sua poderosa arte individual, e suas performances frequentemente apresentam uma mistura de suas peças solo e seus trabalhos colaborativos profundamente ressonantes. Este evento em particular é uma oportunidade de vivenciar a magia que elas criam juntas, mas também é altamente provável que elas compartilhem algumas de suas amadas composições solo, mostrando suas abordagens distintas de som e melodia antes de tecê-las em sua tapeçaria sonora compartilhada. Isso garante uma experiência abrangente e profundamente gratificante de ambas as artistas.

P2: Existe algum álbum ou projeto específico que esta performance esteja promovendo? Embora este evento celebre a incrível sinergia artística entre Julianna Barwick e Mary Lattimore, ele não está vinculado à promoção de um único álbum novo e específico. Em vez disso, celebra sua parceria criativa contínua e oferece uma chance de vivenciar sua arte combinada ao vivo. O público pode esperar ouvir seleções que abrangem suas carreiras individuais, destacando a evolução de seus sons únicos, bem como quaisquer peças que possam ter desenvolvido juntas.

P3: Como você descreveria o clima ou a atmosfera geral de uma performance de Julianna Barwick e Mary Lattimore? As performances de Julianna Barwick e Mary Lattimore são caracterizadas por sua atmosfera serena, imersiva e frequentemente meditativa. Elas criam paisagens sonoras que são ao mesmo tempo íntimas e expansivas, incentivando a introspecção e a conexão emocional. Espere um clima de beleza profunda, contemplação silenciosa e uma sensação de ser transportado para outro reino. É uma experiência projetada para envolver o público em som, promovendo um profundo senso de presença e admiração.

P4: É possível que Julianna Barwick cante ao vivo durante suas performances vocais em loop, ou são todos loops pré-gravados? As performances ao vivo de Julianna Barwick são um testemunho de sua incrível habilidade em construir paisagens sonoras vocais em camadas em tempo real. Embora ela utilize a tecnologia de loop como parte integrante de seu processo criativo, ela está ativamente cantando e sobrepondo sua voz ao vivo durante toda a performance. Esse processo permite uma experiência sonora dinâmica e em evolução, onde o público testemunha a criação desses arranjos vocais intrincados à medida que acontecem, adicionando um elemento único de improvisação e capacidade de resposta a cada show.

P5: Quais são as técnicas de harpa de Mary Lattimore que tornam seu som tão único? O som distintivo de Mary Lattimore na harpa vem de uma combinação de fatores. Ela emprega uma ampla gama de técnicas, indo além das abordagens clássicas tradicionais para explorar possibilidades mais contemporâneas e experimentais. Isso inclui o uso de suas unhas para criar ataques agudos e percussivos, empregar glissandos de maneiras inesperadas e até incorporar técnicas de harpa preparada (embora isso seja menos comum em seu trabalho solo principal). Sua execução também é caracterizada por sua fluidez melódica, sua capacidade de criar texturas ricas através de abafamentos sutis e cordas ressonantes, e sua profunda compreensão de como construir narrativas emocionais através do instrumento. Ela frequentemente cria figuras hipnóticas e repetitivas que atraem o ouvinte, ao lado de linhas melódicas mais expansivas e emotivas.


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